Prisão: Deputado Capitão Assunção do PL é preso pela PF; saiba quem é

Deputado estadual Capitão Assumção – Crédito: Divulgação/Assembleia Legislativa do ES/Ellen Campanharo

O deputado estadual Lucinio Castelo de Assumção, conhecido como Capitão Assumção (PL-ES), foi preso pela Polícia Federal no Espírito Santo, na noite desta quarta-feira, 28.

Procurado pela ISTOÉ, o gabinete do deputado apenas afirmou que são ordens do ministro Alexandre de Moraes e que não emitirá uma nota oficial.

Quem é Capitão Assumção?

Ele está em seu segundo mandato consecutivo como deputado estadual. Em 2022, ele recebeu com 98.669 votos.

Assumção tem como foco pautas como trânsito e em segurança pública. Além disso, ele também é representante da Polícia Militar na Assembleia Legislativa.

O Capitão já foi deputado federal de 2009 a 2011. À época ele estava no PSB (Partido Socialista Brasileiro). O deputado se declara como conservador, bolsonarista e cristão.

Condenado em 2022

O deputado, em 2022, foi condenado a usar tornozeleira eletrônica pelo Supremo Tribunal Federal. Ele é acusado de participar de atos antidemocráticos e realizar ataques a ministros do STF.

Magno Malta sai em defesa

O senador Magno Malta (PL-ES) realizou uma live na quarta-feira na qual defendeu o deputado.

“Teve uma busca e apreensão há algum tempo, ele estava com tornozeleira eletrônica, e tenho a informação que ele acabou de ser preso, dentro da igreja.” “Ele acaba de ser levado para a Polícia Federal para depor.”

E completou: “Um deputado estadual, que tem foro, residência fixa, é muito estranho. O nosso estado democrático está violado.”

ISTOÉ entrou em contato com a PF do Espírito Santo, mas não obteve resposta sobre o motivo da prisão do parlamentar.

ISTOÉ

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Créditos da foto: Neoenergia/Cosern

Criminosos voltaram a agir e quebraram seis postes de uma linha de transmissão de Alta Tensão (69.000 volts) e furtaram 600 metros de cabos no trecho entre Macau e Guamaré, na região da Costa Branca, por volta das 22h dessa terça-feira (27). Essa é a sexta ação criminosa registrada na mesma linha nos últimos 90 dias.

Um dos postes quebrados fica na Comunidade Cohab, próximo ao Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), e os outros cinco próximos à Comunidade Papagaio, zona rural do município. A ação criminosa de ontem interrompeu o fornecimento para 7.581 clientes, incluindo uma geradora de energia eólica.

Em dois minutos, a Neoenergia Cosern restabeleceu o fornecimento dos clientes atendidos em baixa e média tensões por meio de manobras no sistema. A geradora, atendida em alta tensão, segue com o fornecimento interrompido até que a substituição dos postes quebrados e a reposição dos cabos sejam concluídas – ainda sem previsão, pois a região está alagada em função das chuvas.

A Neoenergia Cosern abriu um Boletim de Ocorrência e compartilhou as informações com a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

Furto de cabos e falta de energia

De 1º de janeiro a 28 de fevereiro de 2024, o Centro de Operações Integradas (COI) da Neoenergia Cosern registrou 255 faltas de energia provocadas por furto de cabos e de outros equipamentos da rede elétrica em todo o estado. O crime já deixou 430 mil potiguares sem energia por até cinco horas, em média, em residências, hospitais, escolas, delegacias, sem abastecimento de água, internet e outros serviços essenciais. Em 2023, cerca de 800 mil potiguares foram afetados pelo crime de furto de cabos da rede elétrica.

Em linha reta, os cabos de energia elétrica da Neoenergia Cosern furtados em todo o estado em 2023 somaram 35 quilômetros – distância equivalente ao trajeto entre Natal e Ceará-Mirim, por exemplo. É possível denunciar esse tipo de crime, de forma anônima e segura, à Polícia Militar, no telefone 190, e no 116 da Neoenergia Cosern. Por questão de segurança, a população nunca deve se aproximar da rede elétrica, principalmente se ela estiver danificada pelo vandalismo.

Neoenergia/Cosern

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Créditos da foto: reprodução

Crime passional. Essa é uma das linhas de investigação da Polícia Civil para apontar a motivação do assassinato do casal Andreia Teixeira, advogada de 44 anos, e Lenivaldo César de Castro, de 52 anos, que foram mortos a tiros durante a madrugada desta quarta-feira (28) em um condomínio em Parnamirim. No desdobramento das ações policiais, um ex-companheiro de Andreia está sendo procurado.

Imagens de câmeras de vigilância interna mostraram o crime: o homem chegou ao local em um veículo Sedan de cor escura e esperou pela chegada do casal. Ao ver Andréa e Lenivaldo, o criminoso saiu do veículo, abordou e alvejou o casal com disparos de calibre 12 na frente da residência onde Andreia morava. A ação durou segundos. Não é possível identificar o indivíduo pelas imagens.

Em outro vídeo, é possível ver o momento em que o assassino sai do condomínio residencial sem ser restringido ou barrado após matar o casal. O local está localizado na avenida Maria Lacerda, bairro de Nova Parnamirim.

Tribuna do Norte

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Créditos da Foto: PC/ASSECOM

Um homem, de 53 anos, condenado por estuprar a enteada foi preso nesta quarta-feira (28) no bairro Liberdade, em Parnamirim.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima tinha 13 anos na época do crime. Ele foi detido por policiais civis da Delegacia Especializada na Proteção da Criança e do Adolescente de Natal (DPCA/Natal), após trabalho conjunto e apoio operacional da DPCA/Parnamirim.

O mandado de prisão definitiva foi expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Parnamirim e o suspeito foi condenado a 13 anos e 3 meses de prisão em regime fechado.

Ele foi encaminhado para o sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Portal da 98 FM

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Créditos da Foto: Getty Images/iStockphoto

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que proíbe pessoas de usarem o banheiro em escolas com base na identidade de gênero. A restrição vale tanto para banheiros de escolas públicas quanto para instituições privadas.

De autoria do senador Magno Malta (PL-ES) , o projeto de lei define que as pessoas só poderão usar o banheiro com base no gênero indicado no nascimento, não com o gênero com o qual se identificam.

“Fica vedado em escolas públicas e privadas o uso de banheiro e vestiário, acessíveis por várias pessoas ao mesmo tempo, por usuário cujo sexo de nascimento seja diferente do sexo da destinação do banheiro ou vestiário”, diz o texto.

Desse modo, caso o projeto vire lei, pessoas trans, travestis e não binárias só poderão usar o banheiro do gênero identificado em seu nascimento, mesmo que tenham alterado a identidade de gênero nos documentos pessoais.

O projeto foi aprovado no colegiado nesta quarta em votação simbólica. Agora o texto ainda tem que passar por votação na Comissão de Educação, e em caso de aprovação, seguirá direto para a Câmara, a não ser que pelo menos nove senadores peçam para que o projeto seja analisado no Plenário do Senado.

O projeto também estabelece que o responsável pela escola que eventualmente desrespeitar a lei será punido com multa de até 20 salários mínimos.

— É urgente proibir que a mera alegação verbal de uma declarada identidade de gênero diferente do sexo permita que homens, inclusive adultos, usem vestiários de uso exclusivo de menina — disse Malta.

Segundo o texto, a medida não valerá para banheiros ou vestiários unissex ou de uso familiar, ou destinados para funcionários de limpeza e saúde.

O Globo

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Créditos da Foto: Gustavo Moreno/SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (28), por maioria, derrubar a regra atual com critérios de distribuição das chamadas sobras eleitorais – o cálculo usado para preencher parte das vagas a deputados e vereadores nas eleições.

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Créditos da foto: Pixabay/imagem ilustrativa

Uma mulher de 24 anos foi presa na segunda-feira (26) por matar a tiros o amante em uma emboscada na cidade de São José da Tapera, interior de Alagoas. O crime aconteceu em 2021.

Segundo a Polícia Civil, após o crime, ela postou em seu perfil no Facebook uma confissão do assassinato e disse que cometeu o crime porque o homem não queria largar a família para ficar com ela.

“Matei mesmo. Não quis largar a família para ficar comigo, não fica com ninguém kkkkk”, diz uma das postagens que constam no inquérito policial.

Antônio Celso Fernandes Junior foi assassinado após ser atraído pela amante até a casa do irmão dela, segundo as investigações. A vítima tinha um relacionamento extraconjugal com ela e estava sendo pressionada para se separar da esposa, com quem tinha cinco filhos.

O delegado Thales Araújo informou que a mulher estava foragida, mas foi localizada na cidade de União dos Palmares. A prisão dela foi solicitada à Justiça e o mandado judicial foi cumprido nesta semana.

POST APÓS CRIME

Crédito da foto: reprodução

A polícia teve acesso a outro post feito pela mesma mulher logo após o assassinato. “Após o ato criminoso, a mulher chegou a fazer publicações em redes sociais confessando o homicídio”, informou a Polícia Civil.

Em um desses posts, ela reconhece que é uma assassina e que deixou os filhos da vítima sem o pai.

“Sou uma assassina, matei o pai de 5 filhos e deixei eles todos sozinhos no mundo”, publicou a mulher.

Atualmente, a mulher tem um filho recém-nascido. Ela vai responder por homicídio qualificado.

Portal G1

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Créditos da foto: Governador tarcisio de Freitas/instagram

O Ministério Público Militar (MPM) denunciou quatro militares e quatro civis pelo furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo, em Barueri (SP), em setembro do ano passado. De acordo com a Justiça Militar, além dos civis, os denunciados são um tenente-coronel, um oficial responsável pelo setor de informações do arsenal e dois praças.

Desde o dia 23, os dois praças encontram-se presos preventivamente. “O processo encontra-se em segredo de Justiça, com investigações ainda em curso, com a possibilidade de envolvimento de novos agentes, tanto civis, quanto militares”, informou a Justiça Militar, em nota.

De acordo com o Exército, a investigação sobre o furto das metralhadoras foi concluída no dia 16. Os militares e civis indiciados foram responsabilizados por furto, peculato, receptação e extravio de armas.

Se forem considerados culpados, os militares poderão receber penas de até 50 anos de prisão e ser expulsos do Exército.

Das 21 metralhadoras furtadas, 19 foram recuperadas e duas ainda são procuradas.

Segundo o Comando Militar do Sudeste, as armas furtadas não têm condições de uso.

Agência Brasil

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