
O Tribunal Regional Eleitoral manteve, por unanimidade, a sentença que julgou improcedente a ação proposta pela Coligação Unidos por Guamaré contra candidatos e vereadores eleitos pelo Podemos, em processo que discutia suposta fraude à cota de gênero nas eleições municipais.
A medida buscava cassar os mandatos parlamentares sob a alegação de existência de candidatura fictícia, tendo como foco principal a candidatura de Eline Cristina. A tese sustentada pela coligação era de que a baixa votação obtida pela candidata configuraria hipótese de chamada “candidatura laranja”.
Contudo, tanto em primeiro grau quanto no julgamento realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral, o entendimento foi o de inexistência de provas capazes de demonstrar qualquer fraude eleitoral. Por unanimidade, a Corte conheceu e desproveu o recurso, mantendo integralmente a sentença anteriormente proferida.
📋 Da Redação

























