Guamaré: Estudantes de instituições públicas realizaram reflorestamento de áreas de reserva legal

Créditos da Foto: Jaqueline Barbosa

Em alusão ao Dia Mundial de Combate à Desertificação, comemorado em 17 de junho, o Projeto Vale Sustentável, executado pela Associação Norte-Riograndense de Engenheiros Agrônomos (ANEA), em parceria com a Petrobras, realizaram duas ações de reflorestamento do Bioma Caatinga. Na quinta-feira (13), a equipe técnica recebeu na área de reserva legal do Assentamento Lagoa de Baixo, no município de Guamaré, os estudantes do Centro Educacional Maria Madalena, da comunidade Baixo do Meio. Já na sexta-feira (14), trinta alunos e professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) – Campus Assu, estiveram na reserva legal do Assentamento Professor Maurício de Oliveira, também em Assú.

Os estudantes tiveram a oportunidade de realizar o plantio de mudas nativas, como angico, caraibeira, ipês, e umburana e aprenderam sobre a importância da preservação. O reflorestamento da Caatinga é uma estratégia vital para garantir a sustentabilidade ecológica, econômica e social do semiárido brasileiro. Ele oferece benefícios que vão além da conservação ambiental, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida das populações locais.

Créditos da Foto: Jaqueline Barbosa

A Caatinga é um bioma único, endêmico do semiárido brasileiro, com uma diversidade biológica adaptada a condições extremas de seca. O reflorestamento ajuda a preservar essa biodiversidade, garantindo a sobrevivência de espécies vegetais e animais que não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo.

Créditos da Foto: Jaqueline Barbosa

Para o Coordenador Geral do projeto, Elisângelo Fernandes, as plantas desempenham um papel essencial na regulação do clima local e global. Elas capturam dióxido de carbono da atmosfera, ajudando a mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Além disso, florestas ajudam a regular a temperatura e a umidade do ar, criando um microclima mais ameno. “A restauração da Caatinga pode promover a economia local através do manejo sustentável de recursos naturais. Isso inclui a exploração de frutos, plantas medicinais e outros produtos florestais de maneira que não comprometa a regeneração do bioma. O solo da Caatinga é especialmente vulnerável à erosão devido à baixa cobertura vegetal e às chuvas esporádicas e intensas. O reflorestamento protege o solo, reduzindo a erosão e a degradação. Desse modo, a restauração do equilíbrio ambiental desse importante ecossistema é vital para a prevenção de desastres ambientais. A desertificação é um risco real no semiárido nordestino. O reflorestamento é uma estratégia eficaz para combater a expansão de áreas desertificadas, promovendo a recuperação de terras degradadas e melhorando a resiliência dos ecossistemas”, afirmou.

Créditos da Foto: Jaqueline Barbosa

A estudante do curso de geografia, Beatriz Confessor, avaliou a atividade em campo. “Esse momento é muito importante para pensarmos a questão do socioambiental que nossa região vem trabalhando”. Os professores Zenis Freire, Heron Freire e Lili Souza validaram a ação como fundamental para os discentes atrelarem o conhecimento teórico à prática.

O projeto Vale Sustentável é uma realização da @anearnoficial em parceria com @petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

Créditos da Foto: Jaqueline Barbosa

Da Redação

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