Esporte: Atletismo mundial manterá mulheres trans em competições femininas

Caster Semenya, da África do Sul, na semifinal do Mundial de Londres — Foto: Reuters

A World Athletics, federação que gere o atletismo mundial, está preparada para manter a porta aberta para as mulheres transexuais competirem no mais alto nível mas sob novas e mais restritivas propostas, que serão votadas em março.

Segundo documento a que o jornal inglês “The Guardian” teve acesso, a “opção preferencial” do órgão será a de que a testosterona plasmática máxima permitida para mulheres trans seria reduzida pela metade, de cinco nanomol por litro para 2,5 nmol/L. E elas também teriam que ficar abaixo do limite permitido por dois anos, em vez de 12 meses, como atualmente é o caso.

Depois que o Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu que deveria ser responsabilidade de cada federação esportiva designar a estrutura para a participação de mulheres trans no esporte de elite, essas organizações passaram a estudar e buscar as regulamentações apropriadas que permitam às transexuais competirem com garantias, sem que isso prejudique outras mulheres no esporte.

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