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Empresário Edvaldo Fagundes e filho se entregam à Polícia; família está presa em Mossoró

Edvaldo e e a mulher, Zulaide: presos (foto: Reprodução)
O empresário Edvaldo Fagundes de Albuquerque, apontado pelo
Ministério Público Federal como líder de quadrilha que sonegou cerca de R$ 500
milhões em impostos, entregou-se hoje (20) à Polícia Federal, em Mossoró. Ele
se apresentou com o filho Rodolfo Leonardo Soares Fagundes de Albuquerque, e
estavam foragidos há três dias, quando da deflagração da terceira fase da
operação Salt.
Sexta-feira (17), a Polícia Federal prendera outros oito acusados
de fazer parte do grupo, dos quais seis familiares de Edvaldo Fagundes: a
mulher, Zulaide Fagundes, e os filhos Ana Catarina Fagundes, Edvaldo Fagundes
de Albuquerque Filho e Eduardo Fagundes, além do contador Tupinambá de Paiva
Carvalho, Felipe Vieira Pinto (genro de Edvaldo), Miguel Ângelo Barra e Silva e
Genival Silvino de Sousa (gerentes).
Edvaldo e Rodolfo se apresentaram na sede da Polícia Federal, no
bairro Nova Betânia, auxiliado por advogado. Assinaram documento sobre decreto
de prisão, fizeram exame de corpo delito no Instituto Técnico-científico de
Policia (Itep) e foram recolhidos para a Cadeia Públida Manoel Onofre de Sousa,
onde estão outros familiares, também divididos no Complexo Penal Agrícola Mário
Negócio.

Denúncias
O Ministério Público Federal (MPF) que apresentou contra o grupo
quatro denúncias por lavagem de dinheiro, uma denúncia por organização
criminosa, uma denúncia por falsidade ideológica e um pedido de prisão
preventiva, envolvendo um total de 20 pessoas.
Filho Rodolfo, que também estava foragido, entregou-se hoje
(foto: Reprodução)
Eles são acusados de integrar uma organização criminosa que, desde
1990, especializou-se em praticar os crimes de sonegação fiscal, apropriação
indébita previdenciária, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Por meio de um grande emaranhado de empresas, muitas delas de
“fachada”, o chamado Grupo Líder conseguiu sonegar mais de R$ 500 milhões. As
ilegalidades já haviam levado a Polícia Federal a deflagrar outras duas
operações, sendo uma delas em dezembro de 2013 (Operação Salt I) e a segunda em
26 de março deste ano (Operação Salt II).
“Muito embora algumas das empresas do grupo (ver lista abaixo)
ostentem patrimônio e receita para saldar suas obrigações tributárias, a
organização se utiliza do artifício de criar empresas que só existem no papel,
inclusive constituídas a partir da utilização de ‘laranja’, para garantir o
livre ingresso de receitas nos caixas do grupo, assim como o branqueamento de
bens, mediante complexo esquema de blindagem patrimonial contra as ações da
Receita Federal do Brasil”, destacam as ações, de autoria dos procuradores da
República Aécio Tarouco e Emanuel Ferreira.
Omossoroense
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