Guamare News

Economia: Empreendedora que investiu R$ 300 hoje fatura R$ 3 milhões com marca de lingerie

Foto divulgação

Mesmo seguindo carreira como designer, Larissa Menezes, 27 anos, sempre levou dentro de si a vontade de ser dona de seu próprio negócio. No entanto, foi só no início de 2020 que ela decidiu que era o momento de empreender. “Eu não estava feliz no meu trabalho e não via muitas possibilidades de crescimento”, diz Menezes, que mora na cidade do Rio de Janeiro. Então, chamou o namorado Lucas Oliveira que estava desempregado para começar a Querolalu, marca de lingeries que faturou R$ 3 milhões em 2021.

A ideia inicial era vender acessórios, mas o acaso mudou os planos. “Vi uma foto de um anúncio de bijuteria, e a modelo estava usando uma lingerie”, diz a empreendedora — que ficou encantada. “Pensei que faria mais sentido vender a lingerie”, diz Menezes. O primeiro passo foi buscar vendedores na internet e um fornecedor, que encontrou em Nova Friburgo, também no Rio de Janeiro.

O casal gastou R$ 300 para comprar as primeiras peças e fez a divulgação nas redes redes sociais. “Nossa primeira cliente, em maio de 2020, gastou esse mesmo valor com a gente”, diz a empreendedora, que passou a enxergar ainda mais potencial no negócio. Fernandes ficava responsável pelas vendas da empresa, enquanto Oliveira fazia as entregas dos produtos.

O negócio continuou totalmente online até julho de 2020, quando foi inaugurada uma pequena loja dentro de uma galeria . A abertura foi fundamental para que as pessoas se sentissem mais seguras com a compra, vendo o produto pessoalmente, diz Menezes.

No entanto, com muitas pessoas perdendo o emprego na pandemia, Menezes começou a observar uma movimentação maior de pessoas querendo vender lingeries. “Recebemos muitas mensagens de pessoas interessadas em comprar nossas peças por atacado, inclusive de outros estados”, diz Menezes. Um dos motivos para isso, segundo a empreendedora, eram as imagens de divulgação.

“Apesar de comprar as peças prontas, eu fazia questão de tirar as fotos de uma maneira muito atraente. Mostrava que eram itens diferenciados”, afirma. Foi então que surgiu a ideia de passar a fabricar seus próprios produtos e vendê-los aos concorrentes. Então, saiu em busca de costureiras para produzir lingeries.

Hoje, a empresa conta com um e-commerce e três lojas físicas no Rio de Janeiro, e a empreendedora diz que 90% das vendas atualmente são feitas para revendedores. O faturamento mensal está em torno de R$ 600 mil.

Com informações da Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Comente!!! Participe de nosso blog!!!