
A investigação sobre a morte da menina Pétala Yonah Silva Nunes, de 7 anos, ganhou novos desdobramentos após a confissão do principal suspeito, ex-padrasto da criança. Em depoimento à Polícia Civil do Rio Grande do Norte, ele admitiu o crime e relatou que a ação teria sido motivada pela intenção de atingir emocionalmente a mãe da vítima.
Segundo as autoridades, o homem afirmou que, inicialmente, pretendia provocar apenas o desaparecimento da criança para causar sofrimento, mas o plano acabou evoluindo para um avanço trágico.
Pétala estava desaparecida desde a tarde de domingo (19), quando saiu de casa por volta das 15h. Desde então, familiares e moradores da região realizaram buscas, mobilizando a comunidade na tentativa de encontrá-la.
O corpo da menina foi localizado na segunda-feira (20), enterrado no quintal da residência do suspeito, no conjunto Leningrado, bairro Planalto, na zona Oeste da capital potiguar.
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O homem foi encontrado ainda na manhã de segunda-feira, no local de trabalho, duração para interrogatório e, durante o depoimento, confessou o crime.
Leia maisDe acordo com a Polícia Civil, o caso pode ser enquadrado como vicaricídio — quando a violência é direcionada a alguém próximo com o objetivo de atingir outra pessoa emocionalmente. A pena prevista para esse tipo de crime pode chegar a 40 anos de reclusão.
As investigações para continuar esclarecendo todos os detalhes do caso e apurar se houve participação de outras pessoas.
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