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Vigiar a Petrobras é tão grave quanto me espionar, diz Dilma

A
presidente Dilma Rousseff disse
nesta segunda-feira (9) que as denúncias de que a Petrobras também foi
espionada pelos Estados Unidos são tão graves quanto as denúncias de espionagem
contra ela.
Questionada
pelo G1 se
considerava graves as denúncias de espionagem contra a estatal brasileira, a
presidente respondeu: “Tanto quanto a minha”.
A declaração
da presidente foi feita após cerimônia no Palácio do Planalto, na qual sancionou
sem vetos a lei que destina 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social
do Pré-Sal para educação.
Mais
tarde, em nota, Dilma afirmou que, se
comprovada, a espionagem sobre a Petrobras, tem por motivos “interesses
econômicos e estratégicos”.
Novos
documentos classificados como secretos e que vazaram da Agência de Segurança
Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, obtidos com
exclusividade pelo Fantástico, mostram
que a Petrobras,
quarta maior petroleira do mundo, também foi espionada.
Na
última semana, o
Fantástico já havia divulgado que a presidente Dilma Rousseff e o que seriam
seus principais assessores foram alvos diretos de espionagem da NSA.
A
reportagem foi baseada em documentos obtidos por intermédio de Edward Snowden, que
prestava serviços à NSA e agora está asilado provisoriamente na Rússia,
procurado pelas autoridades americanas.

G1

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