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Operação Xeque-Mate: Justiça derruba sigilo de ação que prendeu Roberto Santiago; “negócios” eram feitos pelo WhatsApp

Audiência custodia Roberto – Foto: G1/ PB

A justiça da Paraíba derrubou o sigilo da ação do Grupo de Atuação Especial de Combate à Corrupção (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, que prendeu o empresário Roberto Santiago. Segundo documento, o acusado estaria envolvido em esquema voltado para fraudar licitação no município de Cabedelo. O pedido de habeas corpus de Roberto chegou ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília (DF) neste domingo (24).

A representação da Gaeco e da Polícia Federal surgiu a partir da análise do telefone celular de Roberto Santiago. O smartphone do acusado teve todo seu conteúdo de conversas no WhatsApp extraído pela PF. O que tinha no celular gerou relatório de dados de mais de 39 mil páginas. Foi necessário elaborar relatórios parciais de análise pelos investigadores. Há também informações sobre suposta tentativa de suborno. Roberto teria tentado convencer testemunha a não denunciá-lo.

Os diálogos entre o acusado e a pessoa de Maykel Alexandre Alves da Filgueira, identificado como “Bnb Maykel Ii”, indica sua vinculação com o Banco do Nordeste. O BNB seria a instituição financeira responsável pelas operações bancárias de financiamento das obras de reforma e construção de shopping centers de propriedade do empresário, segundo o relatório do Gaeco.

Nas conversas entre Maykel e Roberto, a PF constatou, em duas oportunidades, fornecimento de contas bancárias de terceiros ao empresário para possíveis transferências financeiras. A finalidade da intermediação do “negócio” entre os “amigos” de Roberto e Maykel
diz respeito ao contrato do lixo da prefeitura de Cabedelo, conforme revelam mensagens de setembro de 2016.

Esquemas – Roberto conversou com Maykel no número antigo, segundo as mensagens de WhatsApp encontradas no celular de Roberto Santiago, que estão no relatório do Gaeco. Maykel, funcionário do BNB, estaria interessado em se encontrar com Leto Viana, por intermédio de Roberto Santiago, e pergunta se o então prefeito já teria compromisso com alguém no contrato do lixo.

O contrato de lixo de Cabedelo ficaria a cargo de Mário Sérgio, amigo de Maykel referido nas conversas anteriores. Na agenda de Roberto, Mário é descrito como “Maykel (bnb) Amigo Mario Sergio”. Mário é proprietário da empresa M Construções e Serviços Ltda.

Veja tudo o que a polícia investigou AQUI.

Redação PB Debate com PB Rádioblog

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